segunda-feira, 30 de março de 2015

Resenha de 'O filho do pecado'

Olá para todos! Hoje vou postar mais uma resenha e desta vez é de um livro que li há um tempinho, chamado 'O filho do pecado'. Se trata de um exemplar enviado pelo autor Fernando H. de Marchi,  pouco conhecido, que possui 422 páginas e é uma obra de ficção-científica e drama.
A história se passa em uma cidade fictícia, onde tudo é comandado por um ambicioso e influente empresário. É ambientada em um cenário futurista onde, os personagens, em alguns momentos, relatam fatos concernentes aos dias atuais como uma forma de criticar certos absurdos que ocorrem na atualidade. É repleto de robôs, tecnologia de ponta, experimentos científicos, inteligência artificial e outras coisas presentes nas obras do gênero, tudo com a finalidade de desenvolver a temática principal do livro, a religião.
O autor surpreende, porque, apesar de aparentar inicialmente ser alguém tentando denegrir a religião, no decorrer da leitura, é possível perceber o contrário, que se trata de um indivíduo com o objetivo completamente oposto, o de conscientizar as pessoas sobre a importância, segundo ele, de ler a Bíblia frequentemente e mostrar o verdadeiro significado da religião, sem banalidades nem fanatismos.
Apresenta pontos positivos e negativos, como: conteúdo é de fácil compreensão e convoca, de fato, as pessoas à reflexão sobre as crenças religiosas. A leitura não me surpreendeu inicialmente porque o 1º capítulo é chato mas, muda consideravelmente a partir do 2º e é capaz, daí em diante, de desenvolver a curiosidade do leitor, porém, peca por apresentar, alguns, diálogos longos e um pouco cansativos em alguns capítulos, além de precisar passar por uma revisão ortográfico, por apresentar erros gramaticais. 
Eu não sou uma pessoa que segue religiões cristãs mas considero que o livro é bom e capaz de alcançar o seu objetivo, o de fazer com que o leitor leia a Bíblia cristã e reflita sobre Deus, seus ensinamentos e propósitos em nossas vidas. Lembrando que o autor deixa claro que sua obra não é vinculada a nenhuma religião, nem direcionada exclusivamente a católicos ou evangélicos. Leitura recomendada.


*"Só porque não vemos uma saída, não significa que ela não exista! Às vezes precisamos apenas chegar mais perto para poder enxergar."
*"Nós estamos na verdade justamente recebendo o castigo que merecem as nossas ações."
*"Deus nos conhece mais do que nós mesmos, e que sabe muito mais do que podemos imaginar, até mesmo sobre o que ainda não aconteceu!"
*"Só vivenciando é que poderemos conhecer nossas reações, pensamentos e sentimentos interpolados à fé, e então sentir sua verdadeira profundidade."
*"Aprendeu a se conhecer melhor! Ele se desesperou e se arrependeu da fuga quando percebeu que foi fraco, e se tornou muito mais forte!"
*"A busca por Deus deve ser constante, da mesma forma que procuramos estar perto de nossos amigos constantemente. A maioria das pessoas acha que o pouco que ouviram falar sobre Deus é o suficiente, mas nunca o buscaram diretamente em sua casa, a Bíblia, para que pudessem realmente conhecê-lo!"

*"Não temos mais o direito de pensar, ou seja: vivemos em meio a uma repressão de pensamentos que é feita com o pretexto de liberdade e tolerância!"
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sábado, 28 de março de 2015

Saiba mais sobre a Ikebana

Olá para todos! Hoje trago uma postagem um pouquinho diferente das apresentadas aqui no blog anteriormente. Se trata de uma arte relacionada a cultura japonesa, a ikebana (生け花).
Para quem nunca ouviu falar do assunto, ou quer saber algo mais sobre essa tradição, a ikebana é consiste na arte de montar arranjos florais com base em regras e simbolismos preestabelecidos. Esse arranjo é criado com ênfase no aspecto linear, além de harmonia e cor.
Inicialmente, foi desenvolvida para servir de oferenda religiosa em templos budistas, decorar altares. No século XIV passa a ter caráter estético e a ser praticado pelos nobre mas sem perder o seu significado tradicional Em sua montagem se inclui o vaso, suporte para prender o arranjo, caule, folhas e ramos, além das flores, e sua estrutura segundo os japoneses está baseada principalmente em três pontos que simbolizam o céu, a terra e a humanidade, podendo variar de acordo com o estilo. Os mais famosos são: 
>>>Ikenobo - São arranjos com devoção aos deuses, decorados com galhos. É o mais antigo de todos e surgiu em templos de Kyoto, por Ikenobo Senkei e Ikenobo Senno. A família desenvolveu e divulgou a arte de ikebana através de gerações.
>>>Sanguetsu - Prioriza o equilíbrio, a simplicidade e a beleza e tem como principal característica, o respeito pela natureza e sua importância e se diferencia dos demais por ter como princípio a não modificação dos materiais usados (folhas, flores e galhos) tentando criar um arranjo mais natural e equilibrado possível. Foi criado por Okada Mokichi.
>>>Ohara - Foi desenvolvido por Ohara Unshin, que decidiu incluir flores ocidentais em seus arranjos, o que foi possível com a abertura dos portos do Japão para o exterior. 
>>>Sogetsu - É um dos estilos mais novos, e originou-se através de Teshigahara Sofu, que passou a usar demais elementos em sua arte, não apenas os relacionados a natureza.
Independente do estilo, os praticantes de ikebana valorizam o aspecto espiritual, onde o silêncio necessário para a concentração na hora de criar os arranjos, faz com que o praticante vivencie aquele momento, fazendo com que aprecie o que existe na natureza.
No Rio de Janeiro está sendo realizada esta semana uma exposição de Ikebana, o que me inspirou a comentar um pouco sobre essa arte. Ela acontece até amanhã, 29/03, na Praça Coronel Eugênio Franco, em Copacabana. Acredito que quem puder presenciar essa mostra não vai se arrepender e poderá também conhecer um pouquinho mais da cultura japonesa.
Eu não pude conferir porque como já contei no post passado, me acidentei alguns dias atrás e ainda estou me recuperando. Sem contar que amanhã, no último dia da exposição, é o aniversário da minha mãe. Então, ficarei em casa.

Aqui tem alguns exemplos dessa arte tradicional:





E vocês, me digam o que acharam. Já conheciam a ikebana? Qual dos arranjos florais mais gostaram? Deixem nos comentários que eu vou conferir.
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segunda-feira, 16 de março de 2015

Resenha de Comer Rezar Amar

Olá para todos! Hoje estou de volta, após um bom tempo ausente, para fazer mais uma postagem de resenhas no blog.
O motivo por ter me afastado foi que me acidentei e fiquei sem condições físicas e psicológicas de fazer postagens legais para o nosso espaço, e, assim, resolvi me dar uns dias de descanso. Em breve, entro em mais detalhes a respeito. O importante é que estou me recuperando bem e cada dia me sinto melhor.
Mas, vamos ao que interessa! Como de costume, às segundas-feiras é o dia reservado para postar resenhas aqui no blog para compartilhar com vocês os livros que leio e a minha crítica a respeito dos mesmo. E, a desta semana é Comer Rezar Amar.

Título: Comer Rezar Amar
Autora: Elizabeth Gilbert
Gêneros: Literatura estrangeira, biografia, memórias
Ano: 2006
Total de páginas: 342
Editora: Objetiva
Título original: Eat Pray Love
Tradução: Fernanda Abreu
ISBN: 9788573028300 




Comer Rezar Amar é um livro de memórias em que a autora, jornalista; contista e romancista Elizabeth Gilbert, ou apenas Liz, na época com 36 anos, embarca sozinha em uma viagem de 1 ano pela Itália, Índia e Indonésia com o objetivo de fazer uma autorreflexão e descobrir o que ela quer da vida após passar por dos relacionamentos amorosos conturbados.
O livro é descrito em 108 relatos, conforme Liz, inspirado no japamala. Se trata de um cordão com 108 contas, usado por hindus e budistas para auxiliar na concentração durante a repetição do mantra, praticada por Liz.
A jornada da escritora tem início em Roma, onde se sente uma residente durante os 4 meses de estadia na cidade. Lá repete o incidente do banheiro de sua casa em NY quando decidiu que precisava realizar uma séria mudança na sua vida, na ocasião em que rezou a Deus pela primeira vez na vida e, a partir daí, sentiu o início da transformação. A viajante acredita que o casamento e a maternidade não foram feitos para ela, ao contrário de sua mãe e irmã.

“A verdadeira sabedoria fornece a única resposte possível para determinado instante e, naquela noite, voltar para cama era a única resposta possível.”

É tocada pelos místicos transcendentais por exaltarem a experiência de que Deus é um ser supremo, e antes de rotular as diversas visões sobre Deus, se baseia unicamente em Ele ser um ser grandioso. Isso graças ao relacionamento denominado ‘amor desesperado’, em que apesar dos problemas, serviu de ponte para que conhecesse a guru que a ajudou a encontrar o que busca. E assim decide ir atrás do que crê que a faz feliz.
Ela já conhece a Indonésia através de uma viagem de trabalho para a revista em que era funcionária. Na ocasião, conheceu um xamã que a convida para voltar ao país com a finalidade de lhe ensinar inglês. E não pensou duas vezes.


Na Itália, aproveita para realizar passeios diários e assim, explorar a cultura da cidade que considera monumental e fazer amigos, além de treinar o italiano, uma de suas paixões.
Faz contatos com amigos de amigos, para não se sentir sozinha mas mesmo assim, a depressão e a solidão inevitáveis depois de 10 dias no país, o que imaginava ser impossível acontecer.
Desfruta a comida e a paixão doentia dos italianos pelo futebol assistindo uma partida entre os dois times locais, Lazio x Roma, ambos com torcedores fanáticos.
Faz pequena viagem de trem a Nápoles, em que descobre a paixão pela pizza. E, engorda os 10 quilos mais felizes da vida.
Mas sente que para conhecer de fato o país pelo qual tem tanta afeição, precisa visitar a terra da máfia e a história que criou esse povo.

“Descobri que tudo que eu queria fazer, na verdade, era comer aquela comida maravilhosa e falar o máximo possível daquele italiano maravilhoso. Era isso. Assim sendo, escolhi, na verdade, dois prazeres principais – falar e comer.”


Chega ao ashram na Índia na véspera da comemoração de ano novo em busca de crescimento espiritual. E um cowboy texano autoconfiante que conheceu durante uma refeição solitária será de suma importância nesse momento tão especial da sua vida.
No ashram, localizado em um vilarejo pobre indiano, se divide entre sua tarefa de limpar o chão do templo e a prática da meditação, onde encontra a comunhão com o Divino e se sente mais resistente. E devido esse crescimento espiritual, decide prolongar a sua estadia no local, dos iniciais 6 semanas para 4 meses, totalidade de sua hospedagem naquele país.
Aproveita para relaxar e vivenciar a diferente experiência. Sendo assim, eles algumas vezes por semana vão juntos a cidade e observam os costumes, homenageiam templos e cumprimentam moradores locais.
Naquele recanto, encontra a libertação da culpa que sentia pelo divórcio, sente a obsessão sumir, sem irritações mesquinhas e antigas infelicidades e é capaz de constatar o corpo muito vivo e mais saudável.

Mas aquele amor que eu sentia era puro. Era divino. Olhei em volta para o vale escuro e não consegui ver nada que não fosse Deus. Sentia-me profunda, incrivelmente feliz. Pensei comigo mesma: “O que quer que seja este sentimento – é por isso que tenho rezado. E também é para isso que tenho rezado.”


Na Indonésia, se aloja em Ubud, cidade nas montanhas, onde se hospeda em um pequeno hotel. Não fala com o idoso xamã desde o incidente da leitura de mãos e não sabe como encontra-lo por não ter conhecimento do nome do vilarejo onde o idoso curandeiro mora.
Logo faz amizade com os residentes. O primeiro é um funcionário de pousada, apaixonado por tudo relacionado a Itália, quem a leva ao xamã.
Compra bicicleta para se movimentar melhor pelas ruas de Bali. E durante esse momento pacífico, aproveita para conhecer as belezas do local.
Dias depois se muda para uma casinha com jardim e lago em uma rua silenciosa, cercada por arrozais, onde admira a natureza e os seus sons simbolizados pelos animais locais. Com todo o tempo livre do mundo, medita pela manhã e pela tarde.
O xamã é sua companhia das tardes e conta para ele histórias sobre o mundo que ele gosta de ouvir mas não teve a oportunidade de conhecer.
Faz amizade com o rapaz que alugou a casa onde está hospedada, um javanês-nova-iorquino de coração de 27 anos que foi extraditado dos EUA após o atentado de 11 de setembro. Com quem divide o gosto pelos mesmos restaurantes de NY, os mesmos filmes e usam as mesmas gírias.
O incidente do micro-ônibus fez com que tornasse possível conhecer Wayan, para quem realizou um ato de altruísmo e de quem recebeu benefícios impagáveis em troca.
Encontra o amor e se sente totalmente pronta para ele.

Sabe, é engraçado, mas antes de conhecer você eu estava seriamente pensando que poderia ficar sozinha para sempre. Eu pensava que talvez pudesse levar a vida de uma contempladora espiritual.

Classifiquei o livro que tornou Elizabeth Gilbert famosa mundialmente como um dos meus favoritos, daqueles que dá vontade de reler.
De fato, tinha vontade de ler Comer Rezar Amar há bastante tempo por ter ouvido falar da história e, assim, considera-la interessante mas, o mesmo estava com vendas esgotadas, o que me fez quase percorrer uma longa busca para conseguir adquiri-lo.
Assisti o filme em um canal por assinatura, o que me deixou com mais desejo de ler este livro, até que no final do ano passado consegui encontra-lo mas como já estava com outra leitura em curso, resolvi encaixá-lo na minha meta literária de 2015.
Gostei dos relatos feitos pela autora nos 03 países por ela percorridos, mas o meu favorito foi a Itália, por ter achado o momento mais divertido.
O foco da obra são as coisas simples da vida e a prática da meditação transcendental juntamente com seus benefícios, que a autora considera importante para libertar uma pessoa das tribulações existentes nas nossas vidas cotidianas e chegar a Deus, do que faz uma prática diária. Após adquirir domínio sobre os mesmos em sua vida, ela passa a assumir controle sobre sua mente e vitalidade para o seu corpo e a partir daí encontra as respostas que procurava e inclusive, o seu caminho na vida.
A obra pode ser considerada auto-ajuda para quem se considera determinado e se identifica com misticismo e meditação. É recheada de questionamentos pessoais e soluções para os problemas que vivia, acompanhados de comentários bem-humorados, prazeres simples, trocas de aprendizado e lições de vida, além de relatos relacionados a cultura e comportamento dos residentes dos países que a autora visitou.
Eu gostei bastante de Comer Rezar Amar por compartilhar ideias e pensamentos, muito semelhantes ao da autora, o que gerou uma identificação com o texto que li. E, attraversiamo.
Leitura recomendada.
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terça-feira, 10 de março de 2015

Tag: Liebster Award - Discover New Blogs!

Olá para todos! Estou de volta e dessa vez venho responder a minha segunda tag, chamada Liebster Award - Discover New Blogs. Fui indicada pela autora Danielle Medeiros, do blog Dores e Amores, e, pelo Jonathas, do blog Leia-me já. Obrigada aos dois pelo convite!


Esta tag consiste em:

* Escrever 11 fatos sobre você;
* Responder as perguntas de quem te indicou;
* Indicar 11 blogs com menos de 200 seguidores;
* Fazer 11 perguntas para quem você indicar;
* Colocar o selo da Liebster;
* Linkar de volta quem te indicou.

**11 fatos sobre mim:

1. Sou estudante de Comunicação Social/ Jornalismo;
2. Amo ler;
3. Amo meus pets, para mim são como filhos;
4. Defendo os animais;
5.Amo viajar;
6. Dirijo, mas não gosto.
7. Aconselho, sempre que possível, as pessoas a estudarem e os seus benefícios.
8. Sou apaixonada por idiomas.
9. Gosto de caminhar.
10. Meus esportes favoritos são baseball e tênis.
11. Definitivamente, não vivo sem chocolate.

**Perguntas feitas pelos blogueiros que me indicaram:

1. Qual o seu estilo literário favorito? R: Terror.

2. Qual o seu livro literário favorito? R: Até o momento, o meu livro favorito é Comer Rezar Amar.

3. Qual livro não gostou e abandonou? R: Marley e eu.

4. O que mais gosta de fazer? R: Comer.

5. O que menos gosta de fazer? R: Dieta, odeio.

6. O que você não pode deixar de fazer este ano? R: Ir a FLIP. 

7. Qual foi o primeiro livro que te fez se apaixonar por Literatura? R: Foi um livro que li ainda na escola, chamado O rapto do garoto de ouro, de Marcos Rey, Ed. Ática. Tenho até hoje.

8. Descreva-se com o título de um livro. R: Laços de fogo.

9. Qual seu personagem favorito? E o que você aprendeu com ela? R: Meu personagem favorito é um ser real, Liz Gilbert, Comer Rezar Amar, que citei no nº 2. Dentre outras coisas, aprendi a correr atrás do que acredito sem me importar com a opinião alheia.

10. Complete a frase: "Através do meu blog/ eu vlog espero..." R: Interagir cada vez mais com pessoas que tenham opiniões e gostos semelhantes ao meu.

11. Se você pudesse qual livro você desleria? (Se pudesse voltar no tempo não leria. Licença poética) R: Correspondente Internacional. A ideia é boa mas o livro é muito ruim, quase uma colcha de retalhos.

***Indico esses 11 blogueiros/vlogueiros para responderem as perguntas abaixo:

1. Josiane Galiego
2. Vida, casa e beleza
3. Verdades de um ser
4. Anne & Cia
5. It gloss
6. Vita Insanis
7. Após os dezesseis
8. Dayanevb
9. Isadora adora
10. Yasmim Bueno
11. Mensagem feminina

***Perguntas para os indicados responderem:

1. Porque você criou um blog/vlog.
2. Descreva sobre o que consiste o seu blog/vlog.
3. Qual o seu estilo literário preferido?
4. E o que menos gosta?
5. Diga sua característica marcante.
6. Qual a sua atividade cultural preferida?
7. Cite um livro/ filme que te marcou. Por que?
8. Cite um livro/ filme que você não recomendaria nem para o seu pior inimigo. Por que?
9. Cite um local que sonha visitar.
10. Qual a sua maior vaidade?
11. Como você vê o seu blog/vlog daqui a 5 anos?
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segunda-feira, 2 de março de 2015

Resenha de 'A menina que roubava livros'

Olá para todos! Hoje inauguro mais uma coluna aqui no blog, as resenhas. Como gosto de ler e sei que muitas pessoas aqui da blogosfera também gostam, além também do blog focar cultura, achei que seria interessante ter um espaço para compartilhar as nossas leituras e ainda oferecer sugestões para quem visitar o blog.
O dia destinado para a postagem das resenhas será unicamente às segundas-feiras e a primeira é ' A menina que roubava livros', de Markus Zusak, que em 2013 virou filme. Espero que gostem.

Título: A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusak
Gêneros: Ficção, romance, ficção histórica, guerra mundial, judeus, Alemanha
Ano: 2005
Total de páginas: 478
Editora: Intrínseca
Título original: The book thief
Tradução: Vera Ribeiro
ISBN: 978-85-98078-17-5



Liesel Meminger tem sua trajetória contada pela própria morte, na Alemanha nazista de Adolf Hitler durante os anos 1929-1943.
A garota de 9 anos buscava o sentido de sua existência após perder o irmão menor, que morreu no calo materno em um vaga de trem enquanto seguiam para o novo lar. Fato que tornou os pesadelos, algo constante na vida de Liesel.
ela foi entregue pela própria mãe que jamais voltou a ver, ao casal Hubermann, que mostra a garota o verdadeiro calor de uma família. Hans, o carinhoso pai adotivo, era um pintor desempregado e a acordeonista amador com olhos cor de prata derretida e Rosa, uma dona de casa rabugenta e desbocada com rosto de aparência de papelão, que lavava e passava para as famílias ricas de Molching no intuito de completar a baixíssima renda familiar.
A casa de número 33 marca uma nova etapa na vida de Liesel. Localizada em uma rua na área pobre de Molching, próximo a Munique, ironicamente chama Himmel (céu), que segundo a descrição de seus moradores mais parece o próprio inferno, cheia de neve suja, onde os imóveis são geminados, pequenos e muito simples, mas parecendo caixas do que moradias. ela chega ao local trazendo consigo escondido na mala o livro 'O manual do coveiro', produto de seu 1º 'roubo' que ocorreu durante um momento de distração do rapaz que enterrou seu irmão e o deixara cair na neve, o que rendeu um hábito que persistiu por mais 4 anos e lhe rendeu a alcunha de 'roubadora de livros'.
A sede de conhecimento e paixão pela leitura moviam a vida da menina que aprendeu com o pai adotivo as primeiras palavras no porão de sua casa, as quais mais tarde seriam aplicadas ao contexto de sua própria vida.


Vários personagens fazem parte da vida da jovem Liesel: seu grande amigo e parceiro de roubos Judy Steiner, com quem ela descobre o valor da verdadeira amizade; Max Vandenburg, o amigo judeu do porão, com quem os Hubermann compartilham uma amizade sincera e arriscada; Ilsa Hermann, a mulher do prefeito, a grande amiga que ela demorou a perceber; Frau Holtzapfel, a vizinha rancorosa que nunca se casou mais tinha 2 filhos no exército e também o horrível hábito de cuspir na porta dos Hubermann toda vez que passava por ela; Frau Diller, a irritada lojista ariana e fiel seguidora do führer; Tommy Müller, chamado de careteiro devido a paralisia na face devido uma cirurgia ocasionada para a retirada de nervos por ter adquirido uma inflamação nos ouvidos após se perder em uma feira no dia mais frio do ano. Entre tantos outros que tiveram passagem pela vida da sacudidora de palavras.
O livro é um atrativo por completo. Iniciando pela capa que contém as cores de maior relevância para a narradora como o branco, o vermelho e o preto; um cenário gélido por onde a solitária ceifadora de almas caminha pronta para executar seu trabalho e a sugestiva frase destacada na capa em vermelho: Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler. O miolo apresenta um texto de fácil compreensão distribuído em 478 páginas, com enredo envolvente, capaz de prender a atenção do leitor, na qual o autor desenvolve, a cada capítulo, uma ideia já pretendida a tempo e considerada ideal por ele: uma roubadora de livros ambientada na Áustria e Alemanha nazistas de seus pais. (conhecida por queimar em fogueiras as obras literárias), a qual relata a importância das palavras, capazes de levar as pessoas a acreditarem fielmente em algo e o fazerem.
Leitura recomendada!


Esse livro recebeu diversos elogios da crítica, assim como o filme homônimo.
E vocês. gostaram? Já conheciam a história? Já leram o livro ou viram o filme? Deixem seus comentários, adorarei lê-los. Bjs à todos e até a próxima!!!
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domingo, 1 de março de 2015

Rio 450 anos

Olá para todos! Eu não ia fazer nenhuma postagem hoje porque não publico aos domingos, mas não podia encerrar o dia de hoje sem prestar uma homenagem ao Rio de Janeiro, local onde moro. Afinal, hoje, 01/03, é um domingo especial, o dia que a cidade do Rio comemora 450 anos.
Resolvi postar cliques que simbolizem o dia a dia do carioca e das pessoas que vivem aqui, como eu. Para isso, decidi tornar o post duplamente especial, estreando o formato 4 on 4 (do meu jeito), que fará parte do blog e retrata um clique especial da semana.
Fiz uma seleção de imagens que fiz em alguns passeios pela cidade. São elas:





01. Praia de Ipanema. Bairro da zona sul do Rio de Janeiro que ficou conhecido mundialmente e imortalizado pela canção de Tom Jobim, 'Garota de Ipanema'.

02. Desfile das escolas de samba do grupo especial na Marquês de Sapucaí, parte importante do carnaval carioca. Na foto, carro alegórico da Mocidade Independente de padre Miguel.

03. Pão de Açúcar, um importante ponto turístico da cidade. Foto vista do Flamengo, bairro da zona sul do RJ.

04. Chafariz das musas, no Jardim Botânico.

>Finalizo com um poema que vi na internet. Bjs à todos! E até a próxima!!

Oh Rio!

Da beleza indescritível,
Do sorriso estampado,
Das maravilhosas carioquices,
e do samba pra todo o lado.

Do céu invejável,
do mar azulado,
do povo guerreior,
e sempre bem humorado.

Parabéns, Rio do meu coração!
01 de março - Aniversário da cidade do Rio de Janeiro
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